sábado, 22 de janeiro de 2011

21 Anos em 22 de Janeiro.

Quando a gente envelhece, um monte de coisas novas e velhas acontece.
A gente descobre que a nossa vida já não é a mesma e que a nossa responsabilidade só aumenta.
Fiz 21 anos e ainda me sinto com 15. Aprendi muita coisa em 22 de janeiro, desde o 00:00 até os 23:59.
Aprendi até agora que a vida pode ser uma caixinha de surpresas e ao mesmo tempo uma montanha russa. Muita coisa acontece: a gente se descobre mais ligada a família, mais simples, menos rebelde e com poucos amigos e bons.
Voce descobre que certos amigos são para sempre, que podem ser absolutos. Outros podem ser descartáveis e esquecidos. Voce aprende que nada é melhor do que o sabor de uma conquista.
Voce descobre que levar a vida de um jeito simples e tranquilo é a melhor coisa. Enquanto muitas pessoas acham que a felicidade é estar em uma balada sem poder conversar em um lugar completamente fútil, voce descobre que é mais feliz lendo livro ou vendo um filme em casa.
Voce descobre que a melhor coisa do mundo é ser feliz, sem ter medo de ser voce e sendo sempre honesto consigo e com seus sentimentos.
O melhor que descobri é que ser feliz não tem preço. A vida só vale a pena sendo vivida e com muitos sonhos.
Feliz niver pra mim. Agora são 21 com gosto de 18.
Feliz, feliz.
Se felicidade tivesse nome seria Juliana.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Pequenas coisas da vida.


Descobri que não preciso de muita coisa para ser feliz. Sempre admirei quem levava a vida de um jeito simples, achava incrível o ser humano ser feliz com tão pouca coisa.
Então, um belo dia descubro que não preciso de uma super noitada, nem de boates da moda e muito menos fingir ser descolada que nem a turma da faculdade. Descobri quem posso ser feliz sendo quem eu sou, ao lado de quem eu amo como a minha família e em uma reunião de amigos jogando conversa fora na sorveteria da esquina.
Posso ser feliz só por rir, estar viva e assistir ao espetáculo que a vida é.
A vida é uma combinação de coisas simples e o mistério está nelas. E desde que parei de me definir, desde que me permiti ir e vir quando quiser acabei aprendendo tanta coisa.
Poder ser simples e livre é a melhor sensação do mundo!
Descobri que a felicidade está nas pequenas coisas da vida e elas são as mais especiais.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Vendidos do sistema

Shakira, a roqueira que se rendeu ao pop



Pitty, traidora do sistema





Avril, de acordo com os fãs mais radicais: Rocker que virou patty.




Estou prestes a completar vinte e um anos e estou longe de ser a mesma coisa que era cinco anos atrás. Não tenho medo nem receio em assumir isso. É apenas um fato. Quando envelhecemos, enxergamos as coisas de outro modo. Faz parte do amadurecimento, da compreensão de novas idéias e do novo mundo ao redor.
Eu não sou a mesma. Não me sinto culpada nem um pouco de ter mudado. Foi uma necessidade e estou feliz desse jeito. Estou apenas buscando a minha felicidade e não escondo de ninguém o que já fui. Aquela parte vai viver sempre em mim. A verdade é que ando aprendendo um bocado ultimamente.
Mas para algumas pessoas, eu me vendi. Me deixei me levar pelo sistema que é obsessivo e auto destrutível. Essas pessoas são cegas, pois não enxergam que tudo partiu de mim mesma.
Então, o que seria ser “vendidos pelo sistema”?
Percebi analisando livros, séries, artistas e etc que é tudo aquilo que passa a ser exposto demais e se contradiz.
Mas alguém é culpado, quando alguma opinião foge de seu controle?
De acordo com todas essas pessoas: eu, crepúsculo, shakira, avril Lavigne e Pitty temos muito em comum. Para todas essas pessoas, nós nos vendemos ao sistema. Eu não sou mais a pessoa revoltada, ouço pop e me visto que nem boneca. Crepúsculo virou modinha e é Best seller. Avril Lavigne passou a ser emo, meio Patty e atingiu um público completamente diferente de sua antiga platéia. Pitty não é mais aquela roqueira revoltada e escreve músicas emocionantes e meio emotivas. Já Shakira é uma ex diva rock que se aliou ao pop, o que para muitos abandonou suas raízes.
Todas essas pessoas estão completamente enganadas. Por fora posso ser uma boneca, mas ainda ouço rock pesado. A forma como me visto ou me comporto, não define o meu gosto musical, nem nada do tipo. Crepúsculo virou um livro e filme popular, mas não tem culpa se tomou essa proporção. Isso só confirma o sucesso da série devido a sua credibilidade e valor. Pitty se tornou um artista mais sensível, porque isso faz parte da vida. Como ela mesmo disse, uma vez ao Jornal O Globo, “ninguém pode passar a vida sendo a mesma coisa anos após anos”. Avril amadureceu, cresceu e se tornou mulher com M maiúsculo e está feliz desse jeito. Ela não rejeita o rock e só adicionou mais fãs a sua carreira, o que todo artista deveria buscar a fazer. “Já a minha Shakira, como ela mesma disse em seu DVD “Live & off records”: ela ama rock’n roll mais do que qualquer estilo, só que o Deus pop é um pai flexível, que não exige muitas coisas” – palavras dela. E quando vi o documentário do seu DVD, parecia que estava me vendo no espelho. Shak pensa do mesmo modo que eu e não tenho medo de ser assim tão “livre”. Ela pode fazer dança do ventre, cantar pop e ser mulherzinha; mas por dentro ela é ainda aquela roqueira de cabelos enormes pretos que canta “Estoy aqui”.
Então, se é assim que essas pessoas nos olham? Fazer o que. Nós não temos controle da opinião dos outros. Sinceramente não to nem aí. Descobri que não há necessidade de ser tão radical para esse tipo de coisa. É necessário sim ser radical com algumas questões, como a violência que assola esse mundo, a poluição que toma conta do meio ambiente, de crianças que não possuem acesso a escola, as drogas que se apossam das pessoas cada vez mais, da inveja descontrolada, de coisas ruins, da corrupção, da fome, da AIDS, do câncer, do sistema de saúde público brasileiro e do sistema educacional brasileiro, das favelas, das UPPS, das escolas públicas e tantas outras coisas mais. Quero estar atenta a isso, quero combater isso. Quero ser radical com isso. E se tiver condições irei lutar até o fim. Porque quero me sentir útil, quero que o meu país sinta orgulho de mim.
Não quero perder o meu tempo, dizendo quem é roqueiro ou não. Cansei disso, ou melhor, cresci.

domingo, 2 de janeiro de 2011

O Desafio

Recebi um desafio da Daniella e achei muito interessante. É uma ótima forma de voces, leitores poderem nos conhecer mais profundamente. Achei também algo que estimula a nossa curiosidade.



7 Coisas que tenho que fazer antes de morrer:


- Escrever os meus livros. Afinal, a escrita é eterna.

- Terminar a minha faculdade de LETRAS na UFRJ.

- Conhecer Londres.

- Tomar o chá das cinco com J. K. Rowling, Stephenie Meyer e Meg Cabot.

- Me casar.

- Fazer faculdade de moda.

- Ser DJ ou uma rockstar.


7 Coisas que mais digo:

- Qual foi?

- Irmão...

- Tipo assim.

- O negoço

- aiaia

- Foda-se

- Let's go


7 Coisas que faço bem:

- Escrever.

- Ler.

- Ótima parceira de balada.

- Influenciar pessoas.

- Ignorar também.

- Boa amiga.

- Se vestir.


7 Defeitos meus:

- Teimosa

- Estressada

- Nervosa

- Anciosa

- Desesperada

- Resmungona

- Ciumenta


7 Coisas que amo:

- Deus

- Meus amigos

- Escrever

- Ler

- Cultura pop

- Rock

- Seriados americanos.


7 Qualidades:

- Esforçada

- Honesta

- Sincera

- Fiel

- Amiga

- Responsável

- Confiável


7 Pessoas para fazer o jogo dos sete:

- Luiza do Blog Eternamente princesa!

- Michelle Nazar do Blog Dreams about me

- Keilla Karollyne do blog Keilla Karollyne

- Enrique Coimbra do Blog Ironias Socias & Tais.

- Ariana Coimbra do Blog Pensamentos em palavras.

- @juusep do blog Só podia né?

- Tatá do blog No divã.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Ano novo, vida nova


- 2011 chegou com a corda toda. Estou cheia de planos, sonhos, garra e muita vontade de ser feliz. Não quero olhar para trás e não quero muito menos ter medo de ousar. Quem passa a vida inteira sendo a mesma coisa, não tem nada para contar.
Muita coisa pode mudar, mas a minha essência continua a mesma. Vou respeitar todo o passado que construí, mas tudo aquilo que não me levará para lugar algum faço questão de deixar para trás. Uma nova história precisa ser escrita e o que a costura são personagens interessantes e não vazios e repetitivos. Meu lema em 2011 é abraçar tudo aquilo que me quer tão bem a ponto de me fazer feliz. Continuo com os velhos, poucos e bons amigos. Vou sempre ser aquela roqueira moleca, mas nada disto me impede de evoluir. Como diz nos versos da canção do Charlie Brown Jr: "Eu não vim pra me explicar, eu vim pra confundir".
A cada dia que passa, mudo cada vez mais. Isso não é ruim, só é algo que faz parte da vida e não tem como fugir. Descobri que a graça da vida é mudar. A cada mudança sinto o gosto do novo, tão palatável e vívido.
E não quero ter de ouvir as pessoas comentando sobre isso, cada um tem a sua própria visão das coisas. Cada um sabe o que é importante para si. Se escuto Miley Cyrus ou não é só problema meu. Se me visto como uma boneca, isso só diz respeito a mim.
Estou numa fase da minha vida, que só quero viver sem ter de me explicar. Quem gosta de mim realmente vai entender e não irá pedir respostas. Dentro de vinte e um dias, completo vinte e um anos e me sinto mais diferente. Nunca entendi muito bem do porque mudar. Só que hoje em dia, com vinte anos nas costas vejo que é só uma questão de necessidade e se me faz feliz, é o que importa.