quinta-feira, 19 de julho de 2012

Sexta feira 13

Parte I


Mais um dos meus contos




- Vai ficar muito tarde para você voltar – sentenciou a Sra. Wood. Minha mãe, a senhora mãe perfeita.
- Ah, mãe, deixa! Por favor! – insisti - Vai estar todo mundo lá e vou voltar junto com eles. Tenho dezesseis anos, vai dar tudo certo. Não sou mais nenhuma criança.
- Ah, então quer dizer, que uma menina de dezesseis anos voltar altas horas da noite para a casa não tem nada demais?
- Bem, eu acho que não. Sou adulta e responsável – tentei parecer o mais confiante possível. Só que a Sra. Ellen Wood, minha mãe não iria aceitar assim tão facilmente. Ela trocou minhas fraldas, era óbvio que não deixaria.
- Que falação é essa a essa hora da manhã, tão cedo? – minha avó mal humorada saiu do quarto e falou com a sua voz grave e assustadora.
Isso ao meio dia, quer dizer, muito cedo para ela. Sim, essa é a minha avó Alexandra.
- Vó, minha mãe está com receio de me deixar ir ao cinema assistir o filme de vampiro do ano, só porque talvez volte muito tarde.
- Não entendo porque você quer ir ao cinema para ver essas coisas, se podemos nos deparar com elas a qualquer momento.
Minha mãe revirou os olhos e me segurei para não rir. Minha avó é uma senhora um tanto mística no alto dos seus cinqüenta anos, meio hippie do tipo paz e amor, cheia de ditados populares e sabedorias. Acredita em muitas coisas e não admite que tirem sarro da cara dela. É uma leitora voraz de livros de Agatha Christie e companhia. Acho que vem daí a sua imaginação um tanto fértil.
- Você não acredita em mim, né criança? – minha avó falou decepcionada. É, minha avó adorava me chamar de criança. Lily não existia para ela. – Mas está escrito nas estrelas. Seu momento está chegando e não irá tardar. Depois não diga que avisei.
Senti um arrepio que me deixou assustada. Minha avó adorava soltar essas frases sem noção que confunde a gente.
- O que mãe? – Minha mãe perguntou confusa.
- Ah nada, me esqueço o quanto vocês duas tem a mente um tanto pequena e limitada. Nem parecem minha filha e neta.
- Okay – coloquei a mochila nas costas – Tenho que ir agora, é sério. Peguei meu casaco xadrez e beijei minha mãe. Quando fui me despedir da minha vó, ela gritou:
- Criança, você está tão gelada!
- Só é frio vovó.
- Então coloque o casaco, ora bolas. Tudo bem, você pode ir com seus amigos, mas não quero ver a senhorita voltando sozinha pra casa. Volte de carona com eles, isso é uma ordem – minha mãe falou irritada me fuzilando com os olhos.
Coloquei o casaco, me despedi e parti para a escola que ficava algumas ruas depois da minha, tentando esconder o sorriso evidente em meus olhos.
- Não ande em encruzilhadas Lilian Mary Weasley! – Quando não me chamava por criança, era pelo nome todo que minha avó me chamava.
- Okay vovó. – como se algo pudesse me acontecer.
Eu saí sem olhar o calendário da cozinha que dizia ser sexta feira 13. Um dos dias que minha avó diz ser, uma noite onde tudo pode acontecer. Assim que saí, vovó voltou. Ela viu, perdeu a fala e deixou cair sua caneca de café. Seus olhos ficaram brancos, minha mãe se assustou e minha avó falou:
- É, hoje!
Se eu a menos a tivesse ouvido.

Quando cheguei à escola, estavam todos ansiosos e inquietos. O tal filme era o mais esperado do ano e a pré estréia seria a meia noite no único cinema que tínhamos naquela cidade. Todo mundo que tinha menos de dezoito anos implorou para os pais deixarem. E eu estaria lá, seria uma noite perfeita! Era o tipo de noite que sonhei a minha adolescência inteira e que finalmente iria acontecer.
- E aí, Lilian pronta pro filme de hoje? Mamãe liberou? – o rude e engraçadinho do Peter perguntou.
- Sim, assim como a sua mãe e a mãe de todo mundo fez.
Nosso grupo caiu na gargalhada e todos começaram a zoá-lo.
- Quer dizer, que sua mãe deixou mesmo? – perguntou Ivi, minha melhor amiga desde sempre que eu me lembro. Estudamos juntas desde o jardim de infância, brigamos por causa de outras amizades, livro da Meg Cabot e garotos. Ela conhecia tudo sobre mim e eu tudo sobre ela. Ela tem cabelos enrolados, baixinha e esperta, enquanto eu era alta, cabelos loiros e lerda. Sim, os opostos se atraem.
- Sim, ela deixou. Nem estou acreditando. – Meus olhos deveriam estar brilhando.
- Ah, não acredito. – ela deu um gritinho - Vamos assistir um filme assustador com todos nossos amigos e voltar bem tarde para casa. Vou encharcar a pipoca de ketchup e jogar em quem estiver na minha frente.
Neguei com a cabeça, Ivi estava sempre atrás de bagunça e confusão. O oposto de mim. Encrenca poderia ser o sobrenome dela. Já estava acostumada com as coisas que aconteciam com a gente.
- Ah, okay. Não conte comigo, mas como iremos voltar? – perguntei enquanto caminhávamos em direção ao corredor da aula de história que teríamos.
- Olha, pelo que sei, podemos voltar todos juntos, se quiser pode dormir lá em casa.
- Nem perguntei para a minha mãe.
- Como se precisasse né? – falou em um tom impaciente.
Continuamos a tagalerar e entrei na sala, o mais tranqüila e animada possível. Eu não tinha idéia do que me aguardava aquela noite.


Quando retornei para minha casa, notei que o tempo estava mudando. Ao ir para a escola, fazia sol e tudo indicava que seria uma noite perfeita de verão. Mas agora o tempo estava mudando. Ficou nublado e ventando muito. Não duvidava que a previsão do tempo anunciasse uma tempestade para essa noite.
Seria perfeito! Sempre amei histórias de terror e quando o tempo cooperava parecia ainda mais assustador.
Minha casa parecia vazia. Algo normal, já que minha mãe durante o dia e quando precisam dela, trabalha no hospital da cidade durante o dia. Ela é enfermeira chefe do hospital da cidade, enquanto a minha avó tem uma loja que funciona como uma espécie de floricultura, loja de RPG e livros de fantasia no centro da nossa cidade.
Assim que abri a porta, um cão uivou. Me arrepiei, costumam dizer que isso não é um bom sinal. Entrei em casa, tentando não pensar.
Joguei as chaves em cima da mesa, corri para o meu quarto e tomei um banho quente e demorado. Por causa disso, não ouvi o telefone tocar e muito menos ver meu celular descarregar. Se eu tivesse visto isso pelo menos...
Descongelei a comida que minha mãe deixou para mim e liguei a TV. Depois de meia hora, comecei a ficar um preocupada. Moro em uma cidade pequena chamada Caverwood e uma série de acontecimentos um tanto bizarros tinham acontecido naquela manhã.
Alguns corvos foram vistos voando pelo céu às dez horas da manhã. Uma mulher da cidade vizinha esfaqueou o marido por ciúme ao vê-lo conversando com a vizinha, sorte a dele não ter morrido e um acidente com carros na estrada principal que levou a nossa cidade parar todo o trânsito e bater muitos carros. O número de feridos era enorme, não havia morrido ninguém, mas o estado deles era grave. Seria hoje que mamãe iria trabalhar que nem uma maluca.
Alguma coisa dentro de mim começou a crescer, uma mistura de medo e insegurança. Fui até a cozinha, pois o congelado já estava cheirando e peguei a jarra de suco. Olhei o calendário e quase deixei cair. Era sexta feira 13.
Fiquei arrepiada e aterrorizada, mas resolvi não dar atenção para isso.
- Até parece que isso quer dizer alguma coisa!
Eu sempre amei histórias de fantasia e até mesmo as de terror, mas sempre fui muito cética. Vovó sempre dizia que esse era meu erro, aqueles que andam na linha de lá sempre procuravam pessoas como eu. Eu só não sabia o que isso significava o que quer que fosse.
- Então, você me chamou aqui porque está com medo? – Ivi gargalhava em frente ao meu espelho enquanto se maquiava. Ela estava com uma blusa preta justa, uma saia escura, muito curta e sapatilhas. Ela estava com outras intenções, isso sim.
Eu tinha escolhido uma blusa branca, jeans, tênis confortável e minha jaqueta. Passei uma maquiagem clara para não ficar muito carregado.
- Nossa, você está tão linda Lilian! É uma presa perfeita para os seres da noite.
Ivi caiu na gargalhada, mas eu não. Meu coração disparou e novamente a sensação de medo me invadiu.
- Hahaha engraçadinha é você a presa perfeita do Thomas né? – tentei descontrair, entrando na brincadeira.
- Ah, o queê? – perguntou Ivi meio desentendida. Ela fazia isso sempre, quando não queria admitir algo, ou quando era pega no flagra.
- É isso sim, a senhorita está doida para ficar com o Thomas, é por isso que faz tanta questão de ir hoje. Você não presta mesmo e eu pensando que você queria a minha companhia.
- Oh amor, amigas servem pra isso. É claro que sua companhia é importante, quero ir por sua causa. – ela tentou me enganar, fazendo aquela cara de boa moça.
- Com uma roupa dessas fica difícil dizer. – me ajeitei, guardei as minhas coisas e dei uma olhada no espelho. Tudo okay, era hora de partir.
- Jake vai ficar doido com você.
Lá vem ela de novo com essa história.
- Como? Ah não, lá vem você de novo com isso! - Jake é um dos meus melhores amigos. Desde criança, passamos a vida inteira entre abraços e tapas. Quando ele arrebentava as minhas bonecas e eu destruía os carrinhos dele, começamos a manter uma ligação muito forte.
- Ah não, não estou com paciência para essas suas bobeiras hoje.
- Cara, Lily, só você não vê o clima que há entre vocês.
- Já deu, vamos.
Olhei no espelho pela última vez e pensei: hoje à noite, muita coisa pode acontecer.
- Ah não!
- o que houve?
- Meu celular descarregou e nem percebi. Não dá tempo de carregar, como vou falar com a minha mãe e minha avó? – perguntei desorientada.
- Ah, tem aqui o meu. Qualquer coisa a gente liga daqui – ela sorriu.
Tranquei a casa e achei estranho ninguém ter ligado. Vovó também estava atrasada, já era hora de ter voltado, se bem que do jeito que ela é como em todas as sextas feiras à noite, deveria estar jogando uma partidinha de Magic e RPG com seus amigos nerds bebendo amarula.
Saímos e senti uma atmosfera um tanto diferente. Estava frio, parecia que iria congelar. Ouvi as árvores se balançado. A rua não estava tão cheia quanto nos outros dias. Era lua cheia e a chuva ainda não havia caído.
- Vamos?
Agora não dava mais para voltar atrás.
- Sim.
Enquanto Ivi dirigia, coloquei em uma rádio rock e ia olhando pela estrada. Hoje a noite estava tudo diferente, algo no meu coração dizia isso. Se ao menos eu seguisse o que ele tentava me dizer.
Chegamos ao cinema em menos de meia hora, os meninos estavam agitados e o restante das nossas amigas estava na fila da pipoca. Estava cheio e parecia que todos os adolescentes da cidade tiveram a mesma ideia para a sexta feira à noite.
- Olááá – a Louca da ivi fez aquela festa quando os viu.
- Oi Thomas – ela falou naquela voz sexy e misteriosa que ela faz quando quer ser notada e chamar a atenção. Não consegui não rir, ela me olhou de cara feia e fui falar com o restante dos meninos. Jake, Peter, Kevin e Nick.
- E aí, tudo bem? Preparados para o terror?
- Claro, não vemos a hora de entrar pra assistir o filme – Jake falou com seus olhos azuis intensos.
Eles eram os primeiros da fila e tinham garantido o nosso ao lado deles.
- Vamos pegar pipoca? Eu quero fazer guerra daquelas hoje – Ivi saiu me puxando pra fila da pipoca.
- Oi meninas!
- Olá – responderam Mallerey, Suzy e Rebeca.
- Preparados para o terror e sangue?
- É claro – Mallerey e Rebeca confirmaram, mas Suzy um tanto desanimada falou:
- É né, o que não faço pelas minhas amigas.
Suzy é uma das garotas mais quietas da turma. Todo mundo sabe que ela tem toque de recolher e não vê certos programas porque seus pais não deixam. Não faço ideia de como ela tinha conseguido chegar até aqui hoje. E claro, ela morre de medo de filme de terror e gosta de comédias românticas. Dava para notar em seu rosto, o quanto estava com medo e que estava contando as horas para sair dali.
- O filme não tem nada demais, foi o que ouvi dizer. – Falei tentando quebrar o clima, mesmo sabendo que aquilo era impossível. Tinha ouvido falar que aquele tinha sido um dos filmes mais terríveis de vampiros filmado nos últimos anos.
- Ahan, eu vi a crítica dizer. – Suzy não se deixou levar assim tão fácil.
Todas nós rimos, compramos nossa pipoca e partimos para os nossos lugares com os meninos. Em menos de meia hora, entramos na sala e o pessoal fazia algazarra, falava alto. Sem dúvidas, aquele era o evento do ano em Caverwood. Entraria para a história.

Em menos de Meira hora, eu estava irritada e completamente atraída pelo filme. Primeiro, não esperava que Ivi me trocasse assim tão fácil por Thomas. Mas pelo visto, ela não pensou duas vezes.
Então, sem saber explicar, ela se sentou ao lado dele e quando apagou as luzes, os dois estavam se beijando. É. Difícil de acreditar, visto que Ivi é minha melhor amiga e Thomas, capitão do time da escola e popular. São duas categorias que não se encaixam, chocada é pouco.
Eu estava sentada entre Mallerey e Jake. Suzy estava agarrada ao braço da Mallerey e desde que Ivi comentou sobre Jake, fiquei um tanto sem graça. Vi Jake me olhar com expectativa várias vezes, mas não soube bem entender o que ele estava tentando dizer.
- Mallerey?
- Sim? – ela estava comendo uma pipoca atrás da outra. Não sabia explicar como ela conseguia comer com tanto sangue na tela.
- Quanto tempo falta pra acabar o filme?
- Ah não sei, uma hora talvez. Por quê?
- Nada não. – tentei ignorar as misturas de sensações que tomavam conta de mim.
Tomei a coca cola e tentei ignorar Jake. Mas era um tanto difícil, uma hora ou outra, pegava ele me observando. E era muito estranho.
Ele era meu amigo desde sempre. A gente conversava sobre tudo e queria entender porque ele tanto me olhava. Será que a Ivi estava com razão? Será que fui tão boba e ingênua e não percebi?
Tentando cortar o clima me virei para falar com ele, mas esse foi o meu erro.
Jake me olhou com seus lindos olhos azuis, pegou a minha mão com carinho e disse:
- Você está tão linda hoje, Lily!
Ah não, isso não pode estar acontecendo! Ele é o meu melhor amigo. Desde que meu dente de leite caiu. Eu converso com ele sobre garotos, dou dicas para ele sobre garotas e o quanto a minha mãe é chata. Ah não!
Ele estava se aproximando, muito rápido. Muito perto de mim. E eu não fazia idéia do que estava sentindo. Aqueles olhos estavam me hipnotizando.
- Mallerey, vou embora! - falei um tanto alto, eu confesso.
- Mas o quê? – ela falou sem entender largando a pipoca.
Não foi só ela que ficou sem entender.
- É, não estou me sentindo bem, vou para a casa.
- Por quê vai embora agora? Fiz alguma coisa errada Lily? – Jake perguntou confuso e sem graça.
- Não, não é isso. Tenho que ir – falei tentando me afastar de Jake.
Olhei na direção da Ivi, ela estava na fila de cadeira atrás de mim, mais envolvida beijando Thomas do que qualquer outra coisa. Se bem que naquela altura eu até arriscaria alguma coisa a mais.
- Ivi – falei baixinho. Repeti mais três vezes, sem obter sucesso, falei mais alto. Jake tentava chamar a minha atenção e Mallerey falava mil coisas que não ouvia direito sobre o filme estar bom e ela não arredar o pé dali.
- IVI!
- Oi, que é? – Jurei ter visto a boca dela roxa.
- Vamos embora? Não estou me sentindo bem.
- Ah não, eu não vou. – ela falou sem se importar.
- Como é?
- É, não vou. Estou com Thomas - ela olhou com expectativa. Ele ria presunçosamente, podia jurar que ele estava mordendo o lábio, tentando soar sexy – Não vai dar Lily.
- Aé? E como eu vou embora? Não posso ir sozinha, está tarde. Por favor Ivi, você prometeu. – supliquei.
- Não dá, amanhã a gente se fala. – Virou e continuou a beijar Thomas.
Olhei para ela chocada, sem entender.
- Pode deixar, eu te levo em casa.
- Não, não precisa Jake. É sério. – falei com medo.
- Eu vou com você. – a voz de Suzy era um sussurro.
- É sério mesmo? Vocês tem que ir? Poxa vida, não acredito. Espera que a gente vai junto.
- Não esquenta, Mallerey. Eu e Suzy vamos sozinha, a gente dá um jeito.
- Vão embora como? Está tudo fechado e deserto a essa hora!
- Mas moramos perto uma da outra. - completou Suzy.
- Fechado. Beijos, a gente se fala depois – falei, indo embora sem dar atenção a Jake que ficou sem entender e veio atrás de mim enquanto íamos embora.
- Hey, Lily, espera. Não vai embora – ele me pegou pelo braço.
- Não, Jake. Eu preciso ir, amanhã a gente se fala. Respeita meu espaço. – finalizei.
Dito isso, ele entendeu e me deixou ir embora com Suzy que parecia muito amedrontada.

Se eu soubesse que nem tudo é o que parece ser.

Enquanto caminhávamos em direção a nossa casa, Suzy ia reclamando:
- Eu juro, nunca mais assisto um filme desses. É uma coisa tão nojenta, não é mesmo?
Se ela soubesse que isso foi o que menos me impressionou.
- Claro, demais.
As ruas realmente estavam desertas, nenhum táxi, nenhum carro rondando e fazia frio demais.
- Nossa, como está frio por aqui! - reclamei.
- É mesmo! Não vejo a hora de chegar em casa!
- Mas andando, vamos levar quanto tempo?
- Olha, cerca de meia hora – Suzy deu um sorriso triste – mas fazendo um caminho mais curto, conseguimos chegar em menos de quinze minutos.
- É sério? Então que caminho é esse? Não vejo a hora de chegar em casa, vou morrer congelada.
- Tudo bem, só tem um problema – ela me olhou enigmática.
- Qual?
- Teremos que ir pela estrada principal de Caverwood.

Duas garotas sozinhas, sexta feira 13 à noite, de madrugada, andando por aí. Eu deveria saber que não daria certo.


Continua...

10 comentários:

  1. ahhh! eu quero mais!! hahahahahaha
    poxa.. =P
    bjinhussss

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  2. "O verbo ler NÃO tolera o imperativo, temos que seduzir, provocar, enamorar.
    Ler por prazer é algo contagiante.
    Tudo isto servirá no futuro como verdadeiros anticorpos para o choque invitável contra a mediocridade, a hipocrisia e a vulgaridade quotidiana, contra a aridez do espírito, a insensibilidade e o declínio das faculdades sensitivas da beleza."

    [Biblioteca José Saramago]

    Venho te parabenizar pelo dia do Escritor! Que continuemos a encantar sempre!
    Abraço!

    http://apoetaesuasletras.blogspot.com.br/

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  3. Gostei.
    O "continua" parece já ter em si o instigante, não? Espero pelo desfecho deste conto.
    Obrigada pela visita, moça. Beijo grande!

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  4. Ah, eu curtiiiii *u*
    Continua e me avisa pf 'o'

    http://vitaminadepimenta.blogspot.com/

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  5. CADÊ CONTINUAÇÃO PFVR AÇDJAÇKFJKÇA Oi, vi seu blog e já adorei. *-*

    bjs

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  6. e continuação??????????????? num faz assim!!

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  7. Parte 2,já! o/

    Numa sexta dessa aí eu não arredava o pé de casa! rs'

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  8. Oun....
    continua logo!!!!

    Beijo moça, volta la no blog tem o final da história.

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  9. UUUUUUUUUUUAL *-*


    fiquei um tempo sem escrever, mas esta ai o novo http://pedacosdelembrancas.blogspot.com.br/2012/08/espero-sem-saber.html obg desde já *-*

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