sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A melhor série de todos os tempos: How I Met your mother ou HIMYM para os íntimos!



Me lembro que era uma noite entendiante, estava sem grana e não tinha nada para fazer e estava sem saco para ler. Reclamei com uma amiga que sabiamente me disse:
- Poxa, estou assistindo uma série muito boa. Baixa também! Tenho certeza de que irá gostar! Minha amiga falava sobre a série "How I met your mother" (em Português: Como conheci a mãe de vocês ou Como conheci a sua mãe) que conta as aventuras de Ted Mosby, um arquiteto fofo e seus amigos.
Esqueça as comparações com Friends e assista. É sério, siga o meu conselho, não vai se arrepender! Se tem uma das coisas que mais me orgulho de ter descoberto neste ano de 2012, é essa série que mudou a minha vida!
Para começar todo episódio sempre começa com a voz de um Ted mais velho dizendo:
- Kids! E na sua frente, há dois adolescentes sentados no sofá que na verdade são seus filhos. A série se passa em flashs e é Ted quem conta a história de como conheceu a mãe deles. Os filhos tem que adivinhar quem é a mãe e é este o grande mistério da série. Inclusive, há milhares de teorias nas redes sociais e pistas falsas ou verdadeiras (QUEM VAI SABER?) dada pelos roteiristas da série durante os episódios que duram certa de vinte e dois minutos. A série já está na oitava temporada e muita coisa já rolou.
Mas vamos lá, tenho que apresentar a vocês esses personagens doidinhos que me encantaram!
Ted Mosby é um jovem arquiteto que divide um apartamento com seu melhor amigo, o certinho estudante de Direito Marshall Eriksen e a namorada dele, a espivetada e professora do jardim de infância Lily Aldrin (Nem me identifiquei, COF COF). Os três são amigos desde a faculdade, onde se conheceram e estudaram. Ted e Marshall eram companheiros de quarto e a cena em que eles se conhecem é hilário (sem spoilers, se acalmem). Foi nesse meio tempo em que Lily conheceu Marshall e os dois se apaixonaram perdidamente. Sem dúvidas, esse é o casal mais fofo e querido da série. É um daqueles que a gente torce e acha fofo. Os dois são uns lindos, namoram há seis anos e não tem medo de serem românticos ou clichês. Com isso, a gente acaba se apaixonando e torcendo por esse casal muito louco! Esses dois já foram motivos de risos e lágrimas. Sim, apesar de ser uma série cômica, é um daqueles seriados cheios de lições e com aquele final com uma frase que faz a gente refletir, sorrir ou chorar. Acaba, que a gente se identifica e é por isso que tenho tanto carinho pela série.
Além deles, Ted tem uma amizade com tan tan tan... Barney Stinson. Um sujeitinho metido, galinha e muito muito engraçado que vive de terno o tempo todo. O personagem não usa outro tipo de roupa, e se ele aparecer, é porque está doente ou qualquer coisa do tipo! Durante a série, nós não sabemos qual a profissão dele e nem onde é a casa onde ele mora. Barney gosta de manter o mistério e estar sempre com uma garota diferente. Ele é o responsável por um dos bordões mais famosos da série. Qualquer coisa que o amigo malandro de Ted veja, gosta e considere digno de se elogiar, ele solta um:
- Legen... Wait... Dary! Que quer dizer, algo legendário, inesquecível! É hilário as desculpas que o personagem dá as garotas quando ele quer cair fora! Outra curiosidade engraçada é que Barney gosta de ser considerado o melhor amigo de Ted. Em vários episódios, Marshall e Barney brigam por causa disso. Barney também não curte nem um pouco o comportamento de Ted. Por quê?
Porque Ted Mosby é um dos personagens mais fofos da série, além de lindo é o típico homem para casar. Ted é um amante a moda antiga, um eterno sonhador e último romântico. Ele fala tudo corretamente e está cansado de ficar com várias garotas. Agora ele quer ficar sério com uma mulher, aquela com que ele possa se casar e a série começa com ele correndo atrás de... Robin Scherbatsky, uma linda Canadense e repórter do Metrô News que deixa Ted louco e vira amiga da galera. Mais uma para o time.
Cada personagem tem uma personalidade diferente e carregam características e casos simples, comuns do dia a dia. Eles são jovens que tem dúvidas, incertezas e alegrias em relação ao futuro, amor, trabalho e vida social. Não tem como não se ver em algumas cenas.
Tenho toda a certeza de que quando assistir, vá dizer pelo menos em uma cena: - Ah, eu já vivi isso!
E como todo jovem, eles gostam de se encontrar depois de um dia difícil ou expediente de trabalho para beber no Bar Maclaren que é um pub no maior estilo americano de ser, ao lado do prédio de Ted e palco das aventuras desse turminha muito louca. Eles tem uma mesa certa onde se sentam para conversar ou competir para ver que bebe mais e são super populares por lá!
O que mais acho legal nessa série é que você se diverte do início ao fim. Todas as vezes que assisto é diversão garantida! Os atores são ótimos e trabalham maravilhosamente bem. E tem aquela tão famosa química. Para quem não sabe, quem interpreta a personagem Lily é a atriz Alyson Hannigan, que fez American Pie e Buffy, a Caça Vampiros. E ah, achei o ator Josh Radnor que interpreta Ted Mosby muito parecido com o Johnny Depp (u.u meninas *_* Ele é um gato mesmo). Outra coisa muito bacana, é que a série é cheia de referências pop e possui aquela genialidade e humor ácido americano.
Então, se seguir meu conselho, você vai se apaixonar pelo casal Lilypad e Marshmallow (apelido carinhoso que dão um ao outro), vai se encantar pelo Ted e lamentar por não existir caras como ele na vida real! Vai rir com Barney e ter um pouco de raiva da Robin.
Essa turma é completamente apaixonante e o seriado é viciante. É um dos meus preferidos e posso dizer que ela se torna a cada episódio e a cada temporada, melhor! Se eu fosse vocês, ah eu não perderia! E claro, não posso esquecer, a série tem uma música que você vai reconhecer em qualquer canto que esteja rs.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Feito pássaros






Eu sempre sonhei em viver de arte. Se tem uma coisa que sempre me instigou, que fazia meus pés levitarem, eram os livros. Então, quando tivemos a ideia para o projeto "Novos Escritores", descobrimos que tínhamos uma missão.
Todo mundo sabe que eu escrevo e sempre me vi cercada por papel e caneta. Me angustiava não ver os escritores nacionais atuais sendo lidos por aí. Quem diria que ao entrar na Bienal do Rio de Janeiro de 2011, com um ideia na cabeça e amor pelos livros no coração, tanta coisa iria mudar. Naquele dia, conheci um escrito nacional atual. Eu, amante dos livros, não conhecia nenhum nome ou editora. Era um bebê engatinhando, meu namorado e também criador do projeto ao meu lado mais ainda.
Depois daquele dia, um novo mundo se abriu para a gente e com cara e coragem, batalhamos pelas redes sociais e convidando de um em um para conhecer e participar do projeto. Completamos nove meses de projeto, quase cinco meses com o site no ar. Ainda não temos as respostas para todas as perguntas, mas frequentamos muitos eventos, conhecemos autores incríveis e editoras muito boas. E é muito bom saber que o mercado literário nacional é rico e está em crescimento. Quem pensa que não existe autores nacionais, está completamente enganado.
Nossos autores estão por aí, para abalar as estruturas e mostrar o quanto são talentosos e que podem marcar a vida de vocês com belas viagens!
No sábado, dia 29/09/2012, a equipe Novos Escritores foi convidada a se apresentar em mais uma edição do "Identidade Cultural & Movimento Culturista" organizado pela escritora Janaína da Cunha (neta do escritor Euclides da Cunha) no Café do Bom e Cachaça da boa, na Carioca (RJ). Esta edição tem como objetivo promover a cultura nacional com microfone aberto, no mesmo estilo da semana moderna de 22. Eu já tinha ido na edição anterior e foi um grande prazer retornar para um lugar que nos recebeu tão bem.
Além do nervosismo habitual, já que não sou muito fã de aparecer e falar em público, - Quem acompanha os Novos Escritores, sabe que sou eu quem faz as entrevistas que estão no ar e em breve, vou postar aqui para vocês verem - fui com a cara e a coragem com o coração a mil. Acabou que o nervosismo ficou para trás, já que são tantas vezes falando do projeto, que tudo acaba fluindo naturalmente. O universo conspira a favor. Depois de apresentar o projeto, fiquei imensamente feliz com a reação e os votos de sucesso. É muito bom sentir a reciprocidade e boas vibrações de colegas que assim como eu, vivem disso, vivem de arte.
E este evento, teve um marco muito especial para mim. Este dia foi mágico. Todas as apresentações, regadas a poesia e muita música me arrepiaram e me deram um injeção de ânimo. Desde a "Uma longa viagem de Jim (Morrison, sem gelo, por favor!) a uma poeta de apenas 16 anos que declama como uma escritora célebre. É tão bonito ver pessoas como você, fazerem arte por prazer, escreverem porque precisam e não só porque tal história dá grana ou tal assunto é sucesso na certa. Eu tenho muita dificuldade em colocar arte e dinheiro na mesma frase. Como a minha grande amiga Dilly disse, deveria ser proibido se viver de arte. Já que algumas pessoas perdem a simplicidade e a magia que rodeia as poesias, livros e quadros por aí fora. Deus me livre disso e me deixe abençoada com o dom que me presenteou no momento em que vim ao mundo!
Eu escrevo porque preciso, porque me dá prazer e não vejo fazendo nada diferente em minha vida. Quero contar aos meus netos e filhos, tudo que pude viver e presenciar. Fico imaginando meus netos no futuro, olhando as fotos dos eventos e pensando:
- Caramba! Vovó, foi uma artista! Ela mudou o País!
Só de pensar, isso me arrepia. Porque sim, eu quero fazer a diferença e se meus netos algum dia disserem isso, vou me sentir feliz, pois cumpri meu dever. Essas coisas me fazem lembrar a semana de 22 e o quanto isso mudou o país em que vivo. Mas é isso que eu quero. Eu quero mais livros nacionais, mais o Brasil nos livros. Eu quero que os livros nacionais sejam lidos e disso eu não desisto, irei até o fim!



Da esquerda para a direita: Djan Skwara (meu marido e fundador dos Novos Escritores junto comigo), Bob Lester que para quem não sabe, é o único integrante vivo da banda de Carmem Miranda e eu, Juliana Skwara. É uma grande honra para os Novos Escritores prestigiar Bob Lester aos 100 anos cantando e dançando tão cheio de vida! Bob, Continue assim, incrível! Sucesso!



O show não pode parar...

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Siga o som...







"Ela tem um rebolado
Por demais sensual
Domina os olhos da gente,
Com seu corpo escultural
Na praia é uma delicia, com sua cor de jambo
Deixa muita mulher recalcada,
E tudo que é homem babando

A noite ela é uma estrela
Ofusca o brilho da lua
Não há beleza na Terra,
Que se compare com a sua (...)


Nunca vi fazer tanta exigência
Em fazer o que você me faz
Você não sabe o que é a consciência
Não vê que eu sou um pobre rapaz"


Seu jorge